Empresa permite que funcionários levem seus cães ao trabalho postado por Gran dia 08 de Jan de 2015 às hs.

Cachorro Sparky na sala de reuniões, em São Francisco.

Cachorro Sparky na sala de reuniões, em São Francisco.

Deixando o ambiente de trabalho mais descontraído.

Deixando o ambiente de trabalho mais descontraído.

A brasileira Mayna Prista com sua cachorra no escritório do Rio de Janeiro.

A brasileira Mayna Prista com sua cachorra no escritório do Rio de Janeiro.

Em Berlim, os cães Tari e Brody já fazem parte da equipe fixa, responsável pelas operações nos países europeus.

Em Berlim, os cães Tari e Brody já fazem parte da equipe fixa, responsável pelas operações nos países europeus.

Matilda no escritório de São Francisco.

Matilda no escritório de São Francisco.

Uma reunião bem mais descontraída.

Uma reunião bem mais descontraída.

Quem tem cachorro sabe como é difícil deixar o grande companheiro sozinho em casa. Pensando nisso e no bem-estar dos funcionários, uma empresa permite a presença de cães todos os dias em seus escritórios espalhados pelo mundo.


Na 99designs, marketplace de design gráfico, os cães podem entrar inclusive na sala de reuniões.


Além de deixar o ambiente de trabalho mais alegre e agradável, a presença dos cachorros aumenta a produtividade dos funcionários.


Mayna Prista, coordenadora de relacionamento, concorda: “Constantemente trago minhas pequenas para a alegria da equipe que fica toda feliz com as companhias durante as longas horas de trabalho e, consequentemente, trabalha muito mais disposta e tranquila.”


Dan Strougo, responsável pelas operações no Brasil e na América Latina, afirma que o comportamento dos animais é o segredo do sucesso:


Nem aqui, nem lá fora os companheiros são agressivos ou apresentam atitudes aríscas. Todos se dão super bem com os colegas caninos e humanos.


A empresa ressalta que todos os escritórios são adaptadas para receber os cachorros, tendo um bom espaço para eles andarem e brincarem. Além disso, tem locais específicos para que façam suas necessidades.


Quem sabe essa ideia não seja aderida por outras empresas?


Fonte: http://www.anda.jor.br/